Fernando Muzzi 's FotoPage
Homenagem a um músico de muito talento
By: Fernando Muzzi

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Sunday, 24-Jul-2005 00:00 Email | Share | | Bookmark



Saturday, 23-Jul-2005 00:00 Email | Share | | Bookmark

Com Babaya e Sérgio Silva - foto de Márcia Francisco
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Partitura para o site do Zeca Baleiro
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VISITEM:

http://www.fernandomuzzi.blogger.com.br/index.html


Friday, 22-Jul-2005 00:00 Email | Share | | Bookmark
Fotos do CD Arranjos e Trilhas que possui faixas em CD Room

Cenário de Os Saltimbancos
Gabriel filho de Fernando, participando do CD Arranjos e Trilhas
Detalhe do CD Arranjos e Trilhas
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que é a música ?


A música é um transporte fascinante
Leva-nos pelas estradas das quimeras
Resgata-nos do distúrbio ofuscante
Das ilusórias e eternas esperas !

A música tem poder inexpugnável
Cessa as angústias, os traumas da vida
Parece a resposta de Deus às nossas preces
A música é dádiva até descabida !

Ouço a música e traduzo o seu encanto
Nestas linhas singelas do que posso ofertar
Os acordes inspiram o teor deste canto
Mas fico devendo sem poder resgatar !

Tal como a poesia, a música é mistério
Os que a criam nada fazem além de extrair
A harmonia latente em todo o universo
No passado, no presente e no porvir!

Ouço a música plangente no fundo da alma
Sua perfeição é tocante em todo o esplendor
Lenitivo profundo, que o meu ser acalma
Resgata sim, minhas desditas com o desamor!

José Carlos Moreira da Silva

Esse poemaé uma pequena homenagem 'a mãe do Fernando, que brilha num céu de estrelas e certamente está nos iluminando com a sua simpatia!





Thursday, 21-Jul-2005 00:00 Email | Share | | Bookmark
ENTREVISTA QUE EU FIZ COM O FERNANDO - REALIZADA EM 2000:

Belo Horizonte/MG
Belo Horizonte/MG
Eu, Fernando e nosso querido amigo Sérgio Fantini no Bar A Casa
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A entrevista está também no http://www.fernandomuzzi.blogger.com.br/index.html

Aproveitando a minha estadia na cidade de Belo Horizonte, realizei uma entrevista com o músico mineiro Fernando Muzzi.
Com mais de dez anos de carreira, Fernando é cantor, compositor e arranjador. Apaixonado pelo seu trabalho, compõe MPB e cria trilhas e arranjos musicais para teatro e cinema.
Entre os seus trabalhos merecem destaque composições para espetáculos teatrais do Grupo Galpão e do diretor Gabriel Villela como Romeu e Julieta e A Rua da Amargura, entre outros.
O mais interessante no seu trabalho é a preocupação com a qualidade de suas criações.
Tanto o Galpão quanto o Gabriel Villela utilizam músicas como elemento cênico nas suas montagens. Neste sentido, as composições de Fernando Muzzi se integram perfeitamente aos espetáculos destes artistas e, sem dúvida, contribuem para o sucesso destes espetáculos.
No momento Fernando está em fase de finalização do seu novo CD, está
compondo a trilha e cuidando da preparação instrumental do novo espetáculo do Grupo Galpão que deverá se chamar Um Trem Chamado Desejo e tem estréia prevista para o dia 21de novembro de 2000.
Conversamos, entre outras coisas, sobre a sua trajetória profissional, sobre teatro, música, seus sonhos e projetos.



1. Clariarte: Quando você descobriu que queria seguir a carreira de músico?
Fernando Muzzi: Foi em 1985, no Bairro Gameleira, aqui em Belo Horizonte. Na época, eu trabalhava na empresa de meus pais e resolvi produzir um show na frente de um bar de um amigo meu, pois tinha vontade de agitar o bairro, de transformá-lo num ponto de encontro aos domingos. Assim, como a música é sempre bem vinda, a idéia era fazer uma coisa pequena onde os músicos da região pudessem se apresentar. Quando eu comecei a trabalhar para que isso acontecesse, a proporção se tornou maior do que eu imaginava e fizemos um grande show, que percorreu vários bairros de BH. As pessoas fechavam a rua e montavam um palco, que acabou recebendo vários nomes da música mineira, como Titane e Tadeu Franco.
Daí pra frente, esse show virou um evento importante do meu bairro, pois tivemos que repeti-lo no ano seguinte, a pedido dos moradores e dos próprios músicos que se apresentaram no evento.
Eu já compunha desde os 11 anos de idade, mas foi em 1986, após o sucesso deste projeto, que eu decidi me dedicar à musica, pois descobri que eu queria viver de música e, de lá pra cá, tudo aconteceu.

2. Clariarte: Como é compor trilhas para teatro e cinema?
Fernando Muzzi: É o que eu mais gosto de fazer hoje em dia. Eu comecei em 86, fazendo um trabalho com a Escola de Canto Babaya, que era um trabalho de músicos, mas dirigido por um diretor de teatro. Este trabalho, que se chamou Na Onda do Rádio, foi uma experiência legal, de interpretar a música como o ator faz com o texto. Logo em seguida, surgiu o primeiro trabalho com o Grupo Galpão, que foi a montagem de Romeu e Julieta. Eu me apaixonei pelo trabalho de elaborar trilhas para teatro e cinema, e nas canções que eu faço, inclusive para eu cantar, sempre crio, primeiro, uma imagem na minha cabeça, para depois poder criar uma musica com esta imagem. É um prazer fazer isso.

3. Clariarte: Qual a diferença entre compor ou idealizar um arranjo para estes veículos (trilhas) e compor canções para você ou para outros cantores interpretá-las? Você tem algum método de trabalho?
Fernando: Como eu já disse, hoje eu só consigo compor de uma forma, criando a imagem do que eu quero falar na minha cabeça, para depois criar a música. Musicalmente falando, eu penso numa melodia (quando estou tocando violão ou mesmo brincando com o instrumento) e a partir daí, vou criando passos para ela.
Acredito que, em teatro e cinema, as músicas são encomendadas e o músico cria em cima das idéias do diretor. Ele pede, por exemplo, uma música triste e a partir daí, eu crio músicas, seguindo os critérios estabelecidos pelo diretor. Já a composição "normal", feita para cantar, acontece via inspiração.

4. Clariarte: Você acha que em Minas os artistas valorizam as suas tradições e cultura mais do que em outras regiões do Brasil?
Fernando: No Brasil inteiro, os artistas valorizam a nossa cultura, exceto São Paulo e Rio de Janeiro, que já perderam um pouco de sua identidade. São Paulo, por exemplo, não tem paulista, tem gente de todo o mundo, enquanto que, em Minas Gerais, você encontra mineiros.
Aqui em Minas, nós estamos cercados por montanhas e a nossa dificuldade de estar na mídia faz com que a gente vire um grande gueto, não no sentido de querer viver separado do restante do Brasil, mas de compartilharmos as pequenas coisas que produzimos, e isso nos dá uma força muito grande para a nossa arte e para os nossos artistas.
Como não temos meios de comercializar a nossa arte, nós criamos de uma maneira verdadeira, do jeito que ela é: bonita, espontânea e inspiradora.

5. Clariarte: Você freqüentou escola de música. Você acha importante que o músico freqüente Universidade ou escola de música?
Fernando: Eu freqüentei duas escolas de música, mas não concluí nenhuma, pois quando comecei a estudar música ,aos 25 anos, eu já compunha. Eu já estava ganhando dinheiro com a música popular e eu ia na escola estudar música clássica. Isto era uma barreira para mim porque, ao escolher me dedicar à profissão de músico, eu dependia da musica para sobreviver.
A maioria dos músicos que fazem sucesso não têm conhecimento de música, mas têm o Dom que Deus lhes deu. Acredito que estudar música, sem dúvida nenhuma, amplia as possibilidades e o artista entende o que está fazendo quando compõe.
Atualmente, eu gostaria de voltar a estudar, mas não tenho tempo.

6. Clariarte: Você trabalha com a Babaya, que tem escola de canto. Como é conviver com artistas que estão começando?
Fernando: Eu fui aluno dela e trabalho com a Babaya há quase 15 anos. Trabalhar com a Babaya sempre foi uma alegria. Nós nos tornamos amigos e, a partir daí, montei quase todos os musicais dela. Atualmente nós trabalhamos juntos nas produções de teatro, formando um trio ao lado de Ernani Maletta.
A oportunidade de trabalhar na Escola de Canto Babaya e conviver com pessoas buscando conhecimento para se desenvolver musicalmente é maravilhoso. O grande prazer que eu tenho é colaborar no aprimoramento do trabalho de outras pessoas e, na escola da Babaya eu consigo fazer isto, porque as pessoas que chegam na escola têm menos experiência do que nós, que já estamos batalhando há algum tempo.
Acredito que não existem níveis de conhecimento e sim, estradas, onde, quando um está na frente, o outro está passando por onde o primeiro já passou; mas é claro que as pessoas com mais tempo de trabalho têm coisas a oferecer a quem está começando e eu me realizo, passando o conhecimento que tenho a outras pessoas.

7. Clariarte: Quais são os seus cantores e compositores preferidos?
Fernando: Temos caminhões de gente boa em Minas Gerais e no Brasil. Em Belo Horizonte, temos cantores que estão começando a despontar como Eda Costa, Andrea Amendoeira, Regina Milagres e em São Paulo, tem uma cantora chamada Adriana Caparelli, que trabalha no espetáculo Ópera do Malandro, dirigido pelo Gabriel Villela, interpretando a Lúcia.
Dos grandes mestres da música, admiro Chico Buarque, Caetano, Gil, Djavan, Zeca Baleiro, Chico César, Rita Ribeiro, Toninho Horta.

8. Clariarte: E no teatro?
Fernando: Sou fã dos atores mineiros, principalmente do Grupo Galpão e do Real Fantasia.

9. Clariarte: Já pensou em ser ator, já que você, enquanto músico, está envolvido com produções teatrais e cinematográficas?
Fernando: Já me arrisquei, pois quando eu fiz "O Mambembe" com o Gabriel Villela, em São Paulo, eu era um músico em cena. Logo depois, eu fui para o Rio de Janeiro fazer "Morte e Vida Severina", onde eu era um músico e ator. Eu ficava em cena com maquiagem e figurino e dividia a cena dos coveiros com o Ernani Maletta.
Foi uma experiência muito legal mas, para eu dar continuidade à profissão de ator, eu teria que mudar o rumo da minha vida. Como eu gosto muito da música e sou muito exigente com o meu trabalho, principalmente com a criação para teatro, eu resolvi não investir na carreira de ator e não entrar mais em cena num espetáculo teatral, porque eu fico preso e dependendo de um elenco, de uma temporada. Quero me dedicar integralmente ao que eu mais gosto, que é compor.

10. Clariarte: Nestes 13 anos de carreira, quais foram as suas realizações e quais sonhos ainda pretende realizar?
Fernando: Eu tive muitas realizações e tenho muitos sonhos que gostaria de realizar.
Daqui pra frente, pretendo registrar o meu trabalho e ser cada vez mais conhecido.
A minha maior realização é poder compor, poder criar.
Sempre que eu termino de fazer uma música, eu agradeço a Deus, e a minha maior satisfação é quando eu finalizo uma música e curto ela sozinho, quando ainda ninguém ouviu. Na minha opinião, este é o maior prazer do meu trabalho, e isto eu tenho quase todos os dias.

11. Clariarte: Você, além de compositor, é cantor e arranjador. Você gosta de ouvir outros cantores interpretando as suas músicas?
Fernando: Muitas vezes um compositor não sabe interpretar a sua música. Muitas músicas que eu fiz, quando eu canto, não acho tão interessante quanto escutar outro cantor interpretando-as. Tem uma cantora mineira, chamada Ana Cristina, que gravou músicas de minha autoria, e eu gosto muito de ouví-la interpretando as minhas composições, pois eu consigo perceber coisas que eu não enxergo quando eu mesmo as canto.

12. Clariarte: Você costuma fazer o arranjo de suas composições ou convida outros músicos para fazê-lo?
Fernando: No caso do arranjador é a mesma coisa, pois muitas vezes o compositor não faz um arranjo tão interessante quanto outro arranjador, por ser outra cabeça pensando.
O meu LP, Corpos, foi todo arranjado pelo Juarez Moreira, que é um grande músico, mas depois de gravar este disco eu resolvi não deixar de colocar o meu "tempero" nas minhas músicas. Isso me deixa mais satisfeito com o resultado do meu trabalho.

13. Clariarte: Quais os seus novos projetos?
Fernando: Depois do disco que eu gravei em 1993, eu fiquei quatro anos sem cantar e sem fazer show, por causa do meu envolvimento com teatro, primeiro com O Mambembe (residi em São Paulo quase dois anos), depois com Morte e Vida Severina, no Rio de Janeiro. Quando eu voltei para Belo Horizonte, em 1998, eu montei um projeto em comemoração aos meus dez anos de carreira, um CD duplo, reunindo os meus trabalhos de arranjos e composições, inclusive para teatro, com a participação especial da Leny Andrade cantando uma das faixas.
Como o custo do projeto é muito alto, eu tive que fazê-lo por meio da Lei de Incentivo, mas eu só consegui começar a gravar este ano e preciso de outro patrocínio para finalizá-lo. Na verdade, é um CD comemorativo aos meus dez anos de carreira, que será lançado praticamente quando estiver completando 14 anos de profissão.

14. Clariarte: Já que você falou na sua dificuldade em obter patrocínio para concluir o seu CD, qual a sua opinião sobre as Leis de Incentivo e sobre a importância do patrocínio?
Fernando: Os empresários precisam ter mais clareza sobre a importância do patrocínio cultural. O maior problema dos empresários é que eles só pensam em lucro e dinheiro. Eles precisam entender que, ao investirem em cultura, eles estarão investindo no seu próprio divertimento, pois eles certamente vão ao cinema ou teatro com suas famílias.
Quanto maior for o investimento em produções culturais, melhor será a qualidade dos espetáculos, dos shows, na medida em que muitas vezes os artistas não realizam um trabalho bem estruturado e elaborado por falta de dinheiro.
As leis de incentivo dão condições aos artistas para realizarem os seus projetos porém, muitas vezes, mandamos um projeto e só conseguimos captar metade do valor que precisamos. Isso faz com que projetos maravilhosos saiam pela metade e isso não é bom, nem para o artista nem para a cultura do nosso país. (entrevista realizada por Chananda Rovere Bento)

Currículo de Fernando Muzzi:

O cantor, compositor e arranjador mineiro de Belo Horizonte Fernando Muzzi, começou cedo a se envolver com música.
Festivais, casas noturnas e muitos projetos "na cabeça".Com professores como Oscar Marcos Tibúrcio, Mary Armendany, Selmma Carvalho, Babaya, Geraldo Maia e passando pela Fuma e Fundação de Educação Artística, estudou piano, teoria e técnica vocal. Em 1996, morando em São Paulo, estudou harmonia com Ricardo Rizek

Inquieto e empreendedor, Fernando criou e produziu durante dois anos (85 e 86), o projeto "MÚSICOS DA ZONA OESTE" movimentando os bairros e abrindo espaço para que vários músicos mostrassem seu trabalho. O prazer de ter feito este projeto o levou a abandonar os trabalhos paralelos e entrar definitivamente para a vida artística.

1988 - Projeto Trampolim - Cabaré Mineiro (Show solo)
1989 - Cabaré Mineiro (dividindo o palco com a banda Último Trem)
1990 - Direção musical do show de Babaya.
-Shows pelo interior mineiro , litoral Baiano e Maceió

1991- Projeto "O Verão é Aqui" Teatro Francisco Nunes (dividindo o palco com Selmma Carvalho)
- Direções Musicais:
- Lú e Celinha - Teatro Sesiminas
- "NA ONDA DO RÁDIO"- Direção: Eid Ribeiro - - Teatro Francisco Nunes, Cabaré Mineiro e Grande Teatro do Palácio das Artes

1992 - GRUPO GALPÃO ¿ "ROMEU E JULIETA"- Direção:
Gabriel Villela -(composição, arranjos instrumentais e preparação dos atores)
- Temporada no Teatro Cidade (show solo)
- Direção Musical:
- "SALVE O COMPOSITOR POPULAR"- espetáculo da Babaya Escola de Canto - Fábrica e T. Francisco Nunes

1993 - "CHOROS BALADAS E BOLEROS" (Interpretando choros cantados), acompanhado pelo grupo Sarau
- Brasileiro no Jequitibar (apresentado também em 1991)
- Projeto "TERÇA DE GRAÇA" da PBH - T. Francisco Nunes (março/abertura - dezembro/encerramento)
Cachaçada de lançamento do primeiro disco "CORPOS" restaurante Emporium
Direções Musicais:
"SAUDADES DO BRASIL"- escola de canto Babaya -T. Francisco Nunes
"ASSIM PRÊTO"- Rossanna Decelso e Patrícia Ahmaral T.Cidade

1994 - GRUPO GALPÃO - A RUA DA AMARGURA"- Direção: Gabriel Villela - (arranjos instrumentais e preparação)
- Show de lançamento do disco C(CORPOS)% T. Francisco Nunes (abril) - Projeto Sexta Sintonia (setembro) no Centro Cultural da UFMG(BH)
-"QUARTETO FORA DE SI" - Apresentado por Tutti Maravilha formado com Regina Spósito, Marina Machado e Amaury Vieira
Direções Musicais:
- "CANÇOES E MOMENTOS"- espetáculo da Babaya Escola de Canto T.Francisco Nunes
- Projeto "NOVOS INTÉRPLETES"- T. Telemig
Lyara Velloso e Marcone Froes
Nízia Cristina e Eda Costa
Regina Milagres e Thelmo Lins

1995 - GRUPO GALPÃO - lançamento do CD com as trilhas de "Romeu e Julieta" e "A Rua da Amargura"
- "PRAZER DE CANTAR"(Babaya) - Ballroon (Rio de Janeiro dentro do projeto: "MINAS ALÉM DAS GERAIS"
- " CONSERTO PARA ATORES E FLORESTAS" Direção: Marcos Vogel - Usina de teatro da Lagoa do Nado -composição para os espetáculos: "PAMTAGRUEL" e ¿O GRANDE TEATRO DO MUNDO"
Direções Musicais:
-"A MULHER NEGRA EM QUESTÃO"- Eda Costa - Centro Cultural (UFMG)
-"MANDANDO BALA" (AS CANÇÕES DE ZECA BALEIRO) Rossanna Decelso - T. da Praça
- Danilo Abreu e Elizete Aleixo - T. da Praça
- Regina Milagres e Thelmo Lins - T. da Praça
- Andréa Amendoeira, Graziela e Letícia Puliti - Espaço Cultural Resumo de Minas

1996 -"O MAMBEMBE"- Direção: Gabriel Villela - São Paulo -T.Popular do Sesi - composição, arranjos e apresentação
-"QUE ESTÓRIA É ESTA?"- lançamento nacional do livro de Flávio de Sousa - São Paulo MIS (museu da imagem e do som) - composição e apresentação

1997-GRUPO GALPÃO - "UM MOLIÉRE IMAGINÁRIO"
Direção: Eduardo Moreira - composição, preparação e arranjos instrumentais (premiado em 1998)
-TEATRO RIVAL - Rio de Janeiro - "Balaio do Sampaio" Homenagem a Sérgio Sampaio (In memoram) 50 anos
-TEATRO GLÓRIA - Rio de Janeiro - oficina de música Direção: Gabriel Villela
-"MORTE E VIDA SEVERINA"- Direção: Gabriel Villela T. Glória - Rio de Janeiro - composição, arranjos instrumentais, preparação e apresentação (músico/ ator)
-"A CASA DE BERNARDA ALBA"- Direção: Dirce Helena Carvalho - T. Sérgio Cardoso - SP - composição e arranjos
-"HAMLET"- Direção: Marcos Vogel "Centro Cultural da UFMG/PBH" composição
CINEMA - Filme:"MACARRÃO COM CACHAÇA"-
Composição de 8 minutos (premiado em 1998)
Direções Musicais:
Eliana Cesar e Roberta Malta - São Paulo - T. Brincante (composição e arranjos)
Selmma Carvalho - Belo Horizonte - T. Dom Silvério

1998 ¿ PREMIOS:
- SESC(SATED (melhor trilha para teatro em 1997),
Espetáculo - "UM MOLIERE IMAGINÁRIO"
- FESTIVAL DE CINEMA DE BELO HORIZONTE- Melhor trilha filme "Macarrão com Cachaça" de Pablo Lobato.
TEATRO
- GRUPO PONTO DE PARTIDA- "Travessia¿ (instrumentista)
- ROBIN HOOD - adaptação e direção: Rodrigo Campos (composição, arranjos e preparação dos atores)
- GRUPO REAL FANTASIA - "O TEATRO DE SOMBRAS DE OFÉLIA" - Direção: Kalú Araújo (composição, arranjos e preparação dos atores)
- GALPÃO CINE HORTO - "NOITE DE REIS"
Direção: Chico Pelúcio - (composição, arranjos e preparação dos atores)
- GRUPO PONTO DE PARTIDA - "Cortejo de Reis" e projeto" Dedo de Gente"(Araçuaí - MG) - (direção musical e arranjos)
- DIREÇÕES MUSICAIS:
- Arildo Barros - Belo Horizonte - Silverado
- "E LA VOU EU NESSA ESTRADA"- Paulinho Pedra Azul - Teatro da Maçonaria - musical da Babaya Escola de Canto (arranjos e instrumentista)
-Shows:
-"ARMAÇÕES LIMITADAS"
- em julho - Projeto Sexta Sintomia - Centro Cultural da UFMG
- em dezembro - Projeto Liberdade Cultural - Teatro de Arena da Turminas - (composição, arranjos, produção instrumentista e interprete).

1999 - PREMIOS:
- SESC(SATED - melhor trilha para teatro infantil em 1998)
Espetáculo - "O TEATRO DE SOMBRAS DE OFÉLIA"
Grupo Real Fantasia
- FESTIVAL UNIVERSITÁRIO DE CINEMA (trilha sonora)
Filme - "MACARRÃO COM CACHAÇA" de Pablo Lobato.
-TEATRO
-GRUPO PONTO DE PARTIDA - "O Fuso" (composição) "O que é o que é?" (instrumentista)
-"QUATRO MOVIMENTOS PARA CORPO E ALMA" La Taberna - com Cláudia Lima, Luiz Gomide e Murilo Antunes - (composição e interpretação)
-"AUTO DE NATAL" - Direção:Elvécio Guimarães (composição e apresentação com Cecílía Barreto e Clarice Barreto) - sala Multimeios - Palácio das Artes
- SHOWS:
- ¿ARMAÇÕES LIMITADAS¿
- junho - projeto ¿SONS DO HORIZONTE¿ - T. Assembléia
- dezembro - Galpão Cine Horto
- ¿MÚSICOS MINEIROS¿ - Café Soçaite - São Paulo
- ¿ARTISTAS MINEIROS IN CONCERT¿ - T. Sesiminas (apresentação com Júlia Ribas)
- ¿PRIMEIRA SEMANA CULTURAL ECOLÓGICA¿- Bairro Santa Inês
- DISCOS:
- ¿SÃO TOMÉ DAS LETRAS¿ ¿ disco com composições de vários artistas do Brasil
- ¿E LÁ VOU EU NESSA ESTRADA¿- A Música de Paulinho Pedra Azul ¿ Projeto da Babaya Escola de Canto
2000 ¿ TEATRO: ÓPERA DO MALANDRO ¿ Direção Gabriel Villela ¿ São Paulo ¿ TBC (Teatro Brasileiro de Comédia) ¿ arranjador e preparador musical





Wednesday, 20-Jul-2005 00:00 Email | Share | | Bookmark
Capas de Cds e Folders de espetáculos

Arranjos e Trilhas
Outras Esquinas
A Ponte
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-CD São Tomé das Letras - autor da canção de mesmo nome
-Outras Esquinas de Ana Cristina - canção Canto do Apaixonado
-A Ponte de Ana Cristina - canção Depois do Prazer
-Repertório Arranjos e Trilhas:
CD-1 Arranjos

01. Odi et amo
02. Mora na filosofia
03. Ando meio desligado
04. Influência do jazz
05. Avassaladora
06. Acho
07. Não há dinheiro que pague
08. Travessia
09. Odete
10. Arrastão
11. Me deixa em paz

CD-2 Trilhas

01. Contrução do teatro
02. Valsa para Mambembe
03. Quoinipó ou a baleia
04. Tema dos coveiros
05. Robin Hood
06. Noite de reis
07. A fome do trovador
08. Canção dos atores
09. Realejo
10. O Rio
11. A Espanha de Lorca
12. Macarrão com cachaça
13. O teatro de sombras de Ofélia
Ano 2001

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- Corpos
01. A
02. B
03. C
04. Coração aberto
05. Canto do apaixonado
06. Mim ser músico noturno
07. Amiga alma
08. Terra do Curral Del'Rei
09. Princesa de verão
10. Cento e poucos anos
Ano 1999
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-EXPO 2000 - autor da canção Quando o Coração Voa

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-E LÁ VOU EU NESSA ESTRADA - músicas de Paulinho Pedra Azul

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